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REABILITAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA 

Conjunto de práticas que busca capacitar e/ou reduzir os efeitos dos déficits cognitivos, alterações comportamentais, emocionais, decorrentes de lesões cerebrais, distúrbios neurológicos e neuropsiquiátricos, para melhorar, compensar, contornar ou adaptar o paciente às suas dificuldades, oferecendo-lhes um maior ajustamento biopsicossocial no seu dia a dia, proporcionando, ao maior nível possível, a adequação às suas expectativas de melhora, sua capacidade de autonomia e independência. 

 

O processo de reabilitação envolve, além do próprio paciente, os familiares, cuidadores, outros profissionais da saúde, educação etc. para que esses participem do processo, e tenham maior habilidade em lidar com as consequências dos déficits apresentados. 

Quem precisa fazer Reabilitação Neuropsicológica?

A reabilitação neuropsicológica é necessária sempre que um indivíduo apresenta déficits no funcionamento de alguma função cognitiva (atenção, memória, linguagem, percepção, funções executivas).  

Quais pacientes podem se beneficiar da Reabilitação Neuropsicológica?

DOENÇA DE ALZHEIMER
LESÃO CEREBRAL
TRAUMA NA CABEÇA OU TCE
PERDA DE MEMÓRIA ASSOCIADA À DOENÇA DE PARKINSON OU ESCLEROSE MÚLTIPLA
DEMÊNCIA
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC)
COMPROMETIMENTO COGNITIVO
LEVE (CCL)
TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS OU NEUROPSIQUIÁTRICOS

Como é realizada a Reabilitação Neuropsicológica?

O tratamento é estruturado de modo individualizado, de acordo com as peculiaridades de cada indivíduo, considerando a personalidade, o estilo de vida e a cognição do paciente. Envolve o uso de estratégias de organização, ambiente estruturante, realização de exercícios de estimulação cognitiva e programas de treinamento usando a tecnologia, determinados a partir das habilidades do paciente. As sessões são de uma hora duas vezes por semana, de acordo com a demanda estabelecida no programa de reabilitação. 

Quanto tempo dura o tratamento?

A duração do tratamento é determinada especificamente atendendo as necessidades e objetivos do cada indivíduo, definidos pelo terapeuta e avaliados pelo paciente e/ou familiar.